Jesus é a primeira criatura de Deus?

As Testemunhas de Jeová alegam equivocadamente, segundo a sua carnal compreensão, que Jesus é a primeira criatura de Deus.

Podes confirmar isso em seu livro de heresias e mentiras “O Que Nos Ensina a Bíblia?” PÁGINA 44, parágrafo 11. Pois, eles tiram esse entendimento natural na Carta de Paulo aos COLOSSENSES 1:15.

Mas, esquecem-se de que Paulo reformulou de forma esclarecida no Versículo 17 que Jesus já existia antes de qualquer coisa ser criada, e que ele mesmo é o sustentador de todas as coisas, para evitar o mal entendido de que Jesus é uma ou a primeira das “coisas” criada.

A Bíblia diz que Jesus, o Messias de Israel, já existia glorioso nos céus, junto do Pai, antes de vir à Terra, desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade. – Miquéias 5:2. O próprio Jesus mesmo também confirmou isso em JOÃO 17:5.

Como Jesus existia antes de vir à Terra?

O próprio apóstolo Paulo, que escreveu sobre a existência de Jesus antes de todas as coisas serem feitas em COLOSSENSES 1:15-17, é o mesmo que explica em FILIPESSES 2:6-7 de que forma ele existia antes de vir à Terra. Veja:

“Embora ele (Jesus) existisse em forma de Deus, não pensou numa usurpação, isto é, em ser igual a Deus. Pelo contrário, ele abriu mão de tudo que tinha, assumiu a forma de escravo e se tornou humano.” – Filipenses 2:6-7 TNM

Vês!! Jesus existia em forma de Deus, e não de criatura de Deus, abriu mão da sua divindade e glória como Deus, se fez ser humano ou homem e morreu por nós.

Veja também: Porque Jesus morreu?

Ele é o Deus criador de todas as coisas, junto com o Pai, com quem é um, isto é, perfeito em unidade. – Leia Colosseses 1:16; João 1:3; 10:30-33.

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Pode a igreja juntar-se com seita?

A igreja é o povo santo e especial de Jesus Cristo, de todas as nações, praticador de boas obras. (Tito 2:13-14)

Já a seita, é uma denominação religiosa cujo ensino é a hipocrisia [Lucas 12:1; Mateus 16:6-12], porque dizem (ensinando as Escrituras), e não praticam. (Mateus 23:1-3) E também não crêem na verdade no que está escrito nas Escrituras sagradas, e isto se manifesta quando lhes é aberta. – Leia João 5:46-47.

A igreja, que possui a mente de Cristo, que pensa e compreende igual a Cristo, sabe discernir a seita. (1 Coríntios 2:16) E a seita, que possui zelo de Deus, mas não com entendimento, julga-se, em obsessão religiosa, a única organização/religião de Deus na terra: julga-se o único povo religioso verdadeiro.
Pode a igreja juntar-se com seita?

Cristo, quando era adolescente e mais moço, frequentava a mesma sinagoga (semi-templo de culto no Judaísmo) frequentada pelas seitas dos fariseus e saduceus, em Nazaré da Galileia. – Lucas 4:16. Mas isso não quer dizer que desceu do céu para adorar a Deus, o Pai, com eles, ou que estava a concordar com a mesma doutrina.

Cristo simplesmente para os judeus estava a fazer-se judeu, para ganhar os judeus, como explicou Paulo imitando-o e adoptando o mesmo costume. – Leia 1 Coríntios 9:20; Actos 17:2.

Jesus Cristo como o fundador da igreja e a verdade, nunca associou-se em união e Ecumenismo com a seita dos fariseus, nem com a dos saduceus. Isso porque, sendo ele a verdade, não podia misturar-se em unanimidade com os hipócritas, serpentes e raça de víboras religiosas. – Leia Mateus 23:29-33. Isso não quer dizer que se não deve misturar socialmente com membros ou aderentes da seita, porque “como a luz do mundo” Cristo misturava-se socialmente com os mesmos, comendo e bebendo em suas casas. (Lucas 11:37-54; 14:1-24) Mas não fazia-se uma única massa religiosa com eles, porque era homem de verdade, e com verdade ensinava o caminho de Deus, como os próprios hipócritas das seitas sabiam e confessaram, tentando-o (Marcos 12:13-17).

Cristo tem maior amor do que todos e sabia tudo (João 15:13; 16:30), e por causa desse amor tentava muitas das vezes trazer as seitas do Judaísmo à verdade, mas eles se recusavam-se a abrir seus olhos à verdade e a crer nele, até que, por fim, traíram-no politicamente e assassinaram-no por mãos dos romanos, cumprindo-se assim as palavras dos profetas, que liam todos os sábados. – Leia Actos 4:13-18; 7:51-52; 13:23-30.

Jesus Cristo deixou a igreja na terra como a coluna e firmeza da verdade (1 Timóteo 3:15), e ela não se deve deixar corromper por fermentos nem adventos nenhuns, nem deve-se associar em unanimidade com seitas nenhumas. Mas, como povo pacífico do Príncipe da paz — Jesus Cristo, deve seguir o exemplo de Cristo seguindo as suas pisadas, como diz o apóstolo Pedro:

“Porque para isto sois chamados; pois, também, Cristo padeceu por nós, deixando-nos o exemplo, para que sigais as suas pisadas. O qual não cometeu pecado, nem na sua boca se achou engano. O qual, quando o injuriavam, não injuriava, e quando padecia, não ameaçava, mas entregava-se àquele que julga justamente. Levando ele mesmo, em seu corpo, os nossos pecados sobre o madeiro, para que, mortos para os pecados, pudéssemos viver para a justiça; e pelas suas feridas fostes sarados. Porque éreis como ovelhas desgarradas; mas agora, tendes voltado ao Pastor e Bispo das vossas almas.” (1 Pedro 2:21-25)

Não podemos amar nem compreender mais do que Cristo! O Senhor Jesus Cristo deixa bem claro qual é o limite da igreja:

Não é o discípulo mais do que o mestre, nem o servo mais do que o seu senhor. Basta ao discípulo ser como seu mestre, e ao servo como seu senhor.” (Mateus 10:24-25)

Na profecia, em Daniel capítulo 4, a grande árvore é o governo de Deus ou o rei Nabucodonosor?

O Corpo Governante da seita das Testemunhas de Jeová afirma hipocritamente contra a Bíblia sem nenhum pudor que, “na profecia em Daniel Capítulo 4, a grande árvore é o governo de Deus.” Podes ver isso em seu livrinho de heresias e mentiras “O Que Nos Ensina a Bíblia”, PÁGINA 217, parágrafo 22 PORQUE É IMPORTANTE O ANO 1914?)

Mas o profeta Daniel afirma claramente o contrário, isto, é, que, na profecia, a grande árvore é o rei Nabucodonosor. Vejamos:

“A árvore que o senhor viu, que cresceu e ficou forte, cujo topo atingiu os céus e era visível a toda a terra, …é o senhor, ó rei, porque o senhor se tornou grande e ficou forte; a sua grandeza cresceu e atingiu os céus, e o seu domínio os confins da terra.” Daniel 4:20-22 TNM

Os “sete tempos”

E quanto aos “sete tempos”, que são “sete anos”, já passaram-se sobre o rei Nabucodonosor (a grande árvore) enquanto esteve louco. – Leia Daniel 4:23-37; 11:13 TNM. Portanto, não existe nenhum começo de governo de Jesus no céu como Rei do Reino de Deus desde o ano 1914 ou qualquer outro.

Quando foi escrito o livro de Jó?

O livro de Jó foi escrito no período dos profetas precedentes, antes da deportação para a Babilônia. (Zacarias 7:7)

Ezequiel, que é dos profetas precedentes, menciona Jó com base na sua história, junto com Noé e Daniel, como um personagem inigualável em justiça caso estivesse entre os da sua geração na cidade de Jerusalém pervertida de então:

“Ainda que estivessem no meio dela estes três homens, Noé, Daniel e , eles, pela sua justiça, livrariam apenas a sua alma, diz o Senhor Jeová.” (Ezequiel 14:14)

“Ainda que Noé, Daniel e estivessem no meio dela, vivo eu, diz o Senhor Jeová, que nem filho nem filha eles livrariam, mas só livrariam a sua própria alma pela sua justiça.” (Ezequiel 14:20)

O livro de Jó nos dias de Cristo

Vindo, porém, a plenitude dos tempos, depois da deportação para a Babilônia, o Senhor Jesus (o Cristo) baseia uma parte do seu ensino no livro de Jó. Vejamos:

“Para que sejais filhos do Pai que está nos céus; porque faz que o seu sol se levante sobre maus e bons.” (Mateus 5.45)
BASE: Jó 25:3: “Porventura, têm número os seus exércitos? E para quem não se levanta a sua luz?”

Encontramos igualmente outros hebreus (Tiago e Paulo) mencionado Jó pelo seu livro preexistente. Tiago, o irmão do Senhor Jesus, o Messias, e líder da igreja em Jerusalém, menciona Jó como um grande personagem exemplar de fé e paciência nas tribulações com base no seu livro:

“Eis que temos por bem-aventurados os que sofreram. Ouvistes qual foi a paciência de Jó e vistes o fim que o Senhor lhe deu; porque o Senhor é muito misericordioso e piedoso.” (Tiago 5:11)

Por outro lado, Paulo, o apóstolo de Cristo, que era um dos maiores leitores do livro de Jó entre os hebreus, menciona um texto do livro de Jó e uma referência de sua pregação no Areópago, em Atenas, baseada no mesmo livro.

O texto que Paulo menciona ou recita em sua epístola (Primeira Epístola aos Coríntios), é de Elifaz, o temanita, dos três amigos de Jó, e é referente à sabedoria deste mundo e seu auge diante de Deus, e a referência em que baseia sua pregação é do próprio Jó. Vejamos:

“Ninguém se engane a si mesmo: se alguém dentre vós se tem por sábio neste mundo, faça-se louco para ser sábio. Porque a sabedoria deste mundo é loucura diante de Deus; pois est escrito: Ele apanha os sábios na sua própria astúcia. (1 Coríntio 3:18-19)
TEXTO DE ORIGEM: Jó 5.13: “Ele apanha os sábios na sua própria astúcia; e o conselho dos perversos se precipita.”
PREGAÇÃO: “E de um só fez toda a geração dos homens para habitar sobre toda a face da terra, determinando os tempos já dantes ordenados e os limites da sua habitação. (Atos 17:26)
BASE DA PREGAÇÃO: Jó 14:5: “Visto que os seus dias estão determinados, contigo está o número dos seus meses; e tu lhe puseste limites, e não passará além deles.”

O que precisamos de fazer para Deus escutar às nossas orações?

Sabemos que Deus ás vezes ou muitas das vezes não responde às nossas orações, isso por estarmos a pedir mal.

Mas, para Deus escutar às nossas orações, eis o que precisamos de fazer: precisamos:

  • orar com fé (confiança) – Tiago 1:6; Hebreus 11:6
  • saber o que pedimos, se é certo ou errado biblicamente (Marcos 10:35-40)
  • orar com especificação, ou seja, especificando o que queremos (Oseas 9:14)
  • pedir bem, ou seja, para o gastar em conformidade com a vontade de Deus (Mateus 7:7-11; Lucas 11:9-13)
  • fazer a oração com a intenção de chamar a atenção de Deus (Mateus 6:6)

Isso é tudo o que precisamos de fazer para Deus escutar às nossas orações. E assim, segundo a sua vontade, ele nos ouve. (1 João 5:14)

Porque João Batista disse não ser Elias?

João Batista por ser direto e objetivo disse não ser Elias segundo a questão que os sacerdotes e levitas lhe fizeram:

“E este é o testemunho de João, quando os judeus mandaram, de Jerusalém, sacerdotes e levitas para que lhe perguntassem: Quem és tu? E confessou, e não negou; confessou: Eu não sou o Cristo. E perguntaram-lhe: Então quê? és tu Elias? E disse: Não sou. És tu profeta? E respondeu: Não.” (João 1:20-21)

Os Fariseus, cegos, esperavam e ensinavam ao povo na sinagoga três pessoas distintas, que biblicamente só são duas pessoas: o Cristo, ou Messias, o profeta Elias (que fora elevado aos Céus no remoinho em carruagem de fogo) e o Profeta (semelhante a Moisés). – Leia João 1:23; Mateus 17:10.

Então João Batista não era o Cristo, nem o profeta Elias, nem o Profeta, mas o Elias que havia de vir, anunciado pelo profeta Malaquias, que restauraria todas as coisas, conforme disse Cristo. (Leia Malaquias 4:5-6; Mateus 11:14; 17:10-13)

João Batista, sabendo dessas coisas, não queria entrar em questões doutrinárias, mas deixou isso para aquele que era posto para queda e elevação de muitos em Israel (maiormente dos Fariseus), e para sinal de coisas contraditadas (biblicamente), e que daria testemunho de si mesmo como “o Elias que havia de vir”. – Leia Lucas 3:34; Mateus 11:11-14.

João Batista, a voz do que clama no deserto

Como ele era três coisas (ele sabia!) disse Cristo: profeta, o anjo do Senhor e o Elias que havia de vir (que é o que os Fariseus não perguntaram) – leia Mateus 11:7-15, então respondeu com a quarta coisa, que Cristo não disse, mas o profeta Isaías:

“Disse: Eu sou a voz do que clama no deserto: Endireitai o caminho do Senhor, como disse o profeta Isaías.” (João 1:22-23)

Como orar a Deus?

Para sabermos como orar a Deus, o rei Salomão nos dá uma dica de pré-disposição, antes de tudo:

“Não te precipites com a tua boca, nem o teu coração se apresse a pronunciar palavra alguma diante de Deus; porque Deus está nos céus, e tu estás sobre a terra; pelo que, sejam poucas as tuas palavras.” (Eclesiastes 5:2 ARC).

O que o rei Salomão está aqui a nos ensinar, é o que Cristo disse:

“E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios, que pensam que, por muito falarem serão ouvidos.” (Mateus ARC).

Ou seja, quanto estivermos ou formos a orar a Deus, na devemos nos precipitar com palavras, nem devemos repitir sempres as mesmas palavras. Porque (disse Cristo, e o salmista também) o nosso Pai celestial sabe o que havemos de dizer/pedir, antes mesmo de nós orarmos. – Leia Mateus 6:8; Salmo 139:4.

Contudo, essa questão de como orar a Deus, está mais relacionado à oração da manhã e à oração da noite, e não relativamente à intercessão. Mas, contudo, seguindo essas instruções de Cristo e do rei Salomão é o suficiente para sabermos como orar a Deus.

Como orar a Deus (o maior segredo)

O maior segredo de saber como orar a Deus, é ler assíduamente a palavra de Deus. Pois, desta maneira saberemos plenamente como orar, conforme Cristo disse. Porque a palavra de Deus vai gerir as nossas orações. Vejamos

“Se vós estiverdes em mim, e as minhas palavras estiverem em vós, pedireis tudo o que quiserdes, e vos será feito.” (João 15:7 ARC)

Eliú, o buzita

A Origem de Eliú

Eliú, era original da Terra de Buz, filho de Baraquel, da família do patriarca Rão, o buzita.

Buz era um povo árabe do Oriente de então, descendentes de Abraão. – Leia Jeremias 25:23; Jó 32:2,6.

Quem foi Eliú?

Eliú foi o jovem árabe (buzita) da antiguidade, cheio da sabedoria de revelações de Deus. Ele sabia as profundas operações de Deus na Natureza e no Universo, encobertas a todos os viventes.

Eliú foi o homem que entendeu “naturalmente” as palavras da voz de Deus, (em seguida foi Cristo), voz de trovão, quando fala, quando a chuva forte está por cair. – Leia Jó 36:1-33; 37:1-24; João 12:27-28,29-30.

Os Três Amigos de Jó e Suas Origens

Elifaz, o Temãnita:

Elifaz, original da Terra de Temã em Edom (Médio-Oriente), era descendente direto de Abraão por Sara – Leia Jó 2:11; Genesis 36:1-19, 31-43.

Elifaz era temãnita de nascimento e idumeu por natureza. Era o mais sábio dos três amigos de Jó, tanto espiritualmente como humanamente, e o mais influente. Porque, afinal de contas, a sua cidade era fonte de sabedoria, de conselho e de sábios, tanto naquele século como nos séculos posteriores. – Leia Jeremias 49:7.

Bildade, o Suíta:

Bildade, original da Terra de Suá, no Oriente (Arábia), também era descendente direto de Abraão mas, por Quetura, concubina de Abraão. Ora, Abraão tomou outra mulher, que se chamava Quetura. Ela lhe deu à luz a Zinrã, Jocsã, Medã, Midiã, Isbaque e Suá. Jocsã gerou a Seba e Dedã. Os filhos de Dedã foram Assurim, Letusim e Leumim. Os filhos de Midiã foram Efá, Efer, Hanoque, Abidá e Eldá; todos estes foram filhos de Quetura. Abraão, porém, deu tudo quanto possuía a Isaque; no entanto aos filhos das concubinas que Abraão tinha, deu ele dádivas; e, ainda em vida, os separou de seu filho Isaque, enviando-os ao Oriente, para a terra oriental. – Génesis 25:1-6; 1 Crónicas 1:32-33.

Das famílias descendentes de Suá, nas suas gerações, em sua terra, uma delas era a família de Bildade, o suíta. – Jó 2:11.

Sofar, ou Zofar, o Naamatita:

Zofar, ou Sofar, o naamatita, era original da Terra de Naamat, que era um povo do Oriente (Arábia), que provávelmente descendeu de um ou da junção de dois povos abraâmicos, segundo os costumes etnológicos daquele século e dos séculos passados, que foram antes deles. – Jó 2:11. Como por exemplo: dos caslueus, (um dos povos descendentes de Mizraim, o filho de Cam, neto de Noé), procederam os filisteus, os habitantes da borda do mar, o resto da ilha de Caftor. (1 Crónicas 1:1-12; Amós 9:7; Sofonias 2:15)

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